Nem sempre o hacker quer roubar seus dados

março 30, 2022 Editor

Às vezes, ele promove um sequestro em um tipo de ataque chamado de ransomware (tem conteúdo aqui falando sobre esse assunto).

Aí sim eles infiltram um vírus nos sistemas da empresa e bloqueiam todos os os acessos – essa invasão inicial pode ser por phishing.

É como se a fábrica fosse tomada e trancada por dentro. Para abrir o cadeado, os criminosos pedem que a empresa pague um resgate polpudo – em geral, em bitcoin, por ser bem mais difícil de rastrear que dinheiro de verdade ou um Pix.

Esse tipo de ataque, mais sofisticado, existe há décadas, e ganhou força com a popularização das criptomoedas.

Em 2020, o sequestro de dados quadruplicou nos EUA. O Brasil, vale destacar, é o nono país com mais registros de ransomware no mundo, segundo dados da Kaspersky.

Dentre os alvos de sequestros dos hackers estão as PMEs.

Esses episódios não movimentam milhões nem ganham manchetes, mas são devastadores: nos EUA, 60% das pequenas e médias empresas que sofrem algum tipo de ataque que impede o uso de seus sistemas acabam tendo que fechar as portas depois de seis meses, dado o tamanho do prejuízo, calcula a US’ National Cyber Security Alliance.

A dica número um de proteção antissequestro é a seguinte:

  • Fugir dos softwares piratas [que têm brechas de segurança feitas por hackers] e procurar os oficiais.
  • Manter antivírus eficazes e atualizados em todas as máquinas também é essencial.
  • Outra boa pedida é apostar nos backups em nuvem, para o caso de perda de acesso de um sistema de dados específico.
  • E, se quiser ser ultracauteloso, dá para fazer um backup offline, em um HD externo que deve ser guardado com segurança.
  • Por fim, contrate uma empresa que entende do assunto, para que você não tenha problemas futuros.

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