5G vai exigir uma nova forma de pensar a cibersegurança

fevereiro 7, 2022
fevereiro 7, 2022 Editor

A partir dos inúmeros casos de uso da tecnologia e da sua capacidade de atingir velocidades gigabit e baixa latência, será preciso que a segurança cibernética adote especificações maiores, criando soluções precisas para cada uso.

Não basta instalar uma solução antivírus ou proteger-se criando senhas robustas ou adotar uma arquitetura de VPN na nuvem, mas sim atuar com ferramentas de segurança de maneira personalizada.

Aplicações de indústria irão requerer uma regulação de cibersegurança para indústria, e assim por diante.

As ferramentas de cibersegurança personalizadas criarão, portanto, uma verdadeira rede de segurança, totalmente repaginada e adequada às exigências dessa nova era de hiperconectividade, que já é muito bem recebida pelo mercado.

Pesquisa global sobre o 5G

Uma pesquisa global da Deloitte sobre adoção do 5G, feita em 2020, mostrou que 86% dos executivos entrevistados acreditam que a tecnologia sem fio avançada transformará seus negócios em três anos.

Portanto, as soluções de segurança precisarão ter interação cada vez maior com toda a cadeia de infraestrutura com base em três pilares: visibilidade profunda, mitigação de ataques de paradas de serviço e tomada de decisão com base na resiliência do ambiente (autenticado, segmentado, seguro).

Os hackers já estão visando as vulnerabilidades das tecnologias sem fio como novas brechas para amplos ataques cibernéticos. Sendo assim, uma cibersegurança robusta, não genérica e adaptada a cada aplicação é essencial para o nosso futuro com 5G.

#ASEGURANÇAESTÁEMTUDO

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